sábado, 19 de março de 2011

Aquecimento global

    Ao longo dos anos ocorreu um grande crescimento da população o que levou a uma grande pressão no ambiente. Devido ao avanço tecnológico o Homem tem a capacidade de transformar o meio, levando a proliferação ambiental.

    Impacte ambiental – Alterações originadas no meio por acção do Homem.
    
    O Homem cada vez esgota mais os recursos energéticos. Com a revolução industrial aparece um novo fenómeno que vai mudar o ambiente, com a emissão de gases para a atmosfera e cada vez mais consumo dos combustíveis fósseis.

Fig.1 - Aquecimento global 

Reflexão: 
    O Homem com as novas tecnologias tem vindo a “estragar” o planeta, tem emitido cada vez mais gases poluentes para a atmosfera o que provoca mudanças climáticas no planeta. Estas mudanças que o Homem está a gerar podem vir mesmo a acabar com a vida na Terra.


Fonte:
http://t2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRXwhBMvh7qAgeBC0KreNOrsOGUpbtoBo9jS9C5466kqFBDF_LeYw

quinta-feira, 10 de março de 2011

Aparecimento, evolução e expansão do Homem











Reflexão:
    Estes dois vídeos ajudaram-nos imenso a desenvolver os nossos conceitos de aparecimento, evolução e expansão do Homem, pois demonstram-nos todas as características da espécie hominídeo presentes e descobertas na Terra. Cada hominídeo foi diferente ao longo destes milhares de anos, cada um apresentou uma novo objecto ou uma nova produção, uns aprenderam a caçar outros aprenderam a atear o fogo.
    Concluindo, estes vídeos são realmente fabulosos e muito completos.

Fonte:

segunda-feira, 7 de março de 2011

Teriam os dinossauros resistido à mudança climática?

    '' Uma radical mudança climática há 70 milhões de anos pode ajudar a explicar as transformações vividas com o fim do período Cretáceo e o desaparecimento dos grandes dinossauros, segundo parecem indicar fósseis encontrados na Amazônia peruana.
"Com esta descoberta mostramos o que os cientistas vinham propondo há tempos: não foi o meteorito de Iucatã que extinguiu as espécies, mas a extinção tinha começado antes", explicou à Agência Efe Klaus Hönninger, diretor do Museu Paleontológico Meyer-Hönninger, que fica em Chiclayo (norte do Peru).
Hönninger se refere aos fósseis encontrados em camadas de vários rios da Amazônia peruana, local que nos últimos tempos revela segredos animais, botânicos, arqueológicos e, agora, paleontológicos.
Por precaução, o cientista se nega a revelar a localização exata das camadas estudadas e se limita a indicar que ficam nas bacias dos rios Ucayali e Huallaga, pois quer evitar a aparição de oportunistas e depredadores.
A teoria mais aceita para explicar a grande extinção que houve no período Cretáceo até o momento era a proposta pelo prêmio Nobel Luis Álvarez, que defendia que o impacto de um meteorito em Iucatã (México) há 65 milhões de anos provocou a extinção de boa parte da fauna e da flora do planeta, o que levou à passagem da era dos grandes dinossauros à dos mamíferos.
Segundo assinalou Hönninger, porém, esta teoria tem um ponto falho: como explicar que perante uma catástrofe desta dimensão algumas espécies sobreviveram enquanto outras foram extintas? Movidos por essa inquietação, os cientistas do museu Meyer-Hönninger começaram a percorrer desde novembro as bacias de vários rios da Amazônia peruana em busca de camadas pertencentes àquela remota era geológica. (...) ''

Fig.1- Dinossauro

    Continuação, clique  ---> Noticia

Reflexão:
     Esta notícia é interessante porque leva-nos a pensar que actualmente as várias teorias são recompostas e alteradas por outras teorias, até ao presente a teoria em foco para o desaparecimento dos dinossauros foi a queda do meteorito, nesta noticia verifica-se uma nova teoria do desaparecimento dos dinossauros, as mudanças climáticas
     Com esta descoberta, pode-se demonstrar que no fim do período Cretácico o planeta viveu uma rigorosa mudança climática que antes do impacto do meteorito já poderia ter começado a extinção de muitas espécies.






Fonte:http://noticias.terra.com.br/noticias/0,,OI4975726-EI188,00-Teriam+os+dinossauros+sucumbido+a+mudanca+climatica.html

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Mudanças ambientais na Historia da Terra e evolução da espécie humana

    Regressão marinha – recuo do mar em relação à linha de costa.

Fig.1 - Regressão Marinha



    Transgressão marinha – avanço do mar em relação à linha de costa, passando o território onde estava a faixa litoral.

Fig.2 - Transgressão Marinha

     Transgressão marinha - Sequência estratigráfica normal ou positiva


     Regressão marinha - Sequências sedimentares negativas ou  inversas

     Terraços marinhos – Nível de praia mais elevado que correspondem a vestígios de antigas praias.



     Terraços fluviais – zona elevada em relação ao novo leito originando degraus de depósitos.

Fig.3 - Terraços fluviais 

        Nível de base – É a menor cota que o fluxo de água atinge.


Reflexão:
        Ao longo dos anos tem-se verificado no planeta Terra, transgressão e regressão marinha e fluviais, respectivamente uma avanço do mar a outra o recuo do mar. Estas transições deixam ''marcas'' que se verificam como terraços.  
        Por último o nível da base apresenta uma informação importante neste tópico  que é a cota que o fluxo da água atinge nesta sequências.

Fonte:http://t3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRE7nPP9qBIS1VcNtXS6H1UpSy8Tkrmobzzj3_mifHr8FtPETSA
http://t0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRuTGROILZDeUt_y3cePKwHq8dsDUFOq26GlHxKesmfXQCwUgjU
http://t2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcS4h2CjQi3mqPeVdRA7Mnq7OLjmarA3aX0slLfdRy9ZVZWyMia-xg



terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Mecanismos que influenciam as variações climáticas

          O clima terrestre oscila de um forma natural entre tempos mais quentes e mais frios, apesar das alterações climáticas ser um dos fenómenos mais difíceis de explicar.
          Existem períodos glaciares e períodos interglaciários, sendo os movimentos litosféricas a principal explicação para os períodos de glaciação.
          A energia solar que incide na Terra (principalmente nos pólos) é suficiente para gerar glaciações, interglaciações e períodos intermédios.
          Há estudos que anunciam as mudanças climáticas ao nível da geometria da orbita terrestre.

Fig.1- Terra


Reflexão: 
           Como podemos ver a Terra é um planeta instável no que se refere ao clima, isto é, tanto é quente como é gelado (glaciações). Apesar de ser um acontecimento conhecido é difícil de explicar.


Fonte: http://t3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSxnIgdIP56Nm4lG07TS2MAm2P2H2njm-0K-o-8d5m2xn5Zg50Tvg

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Glaciares

                Glaciares: são massas de gelo que se originam à superfície terrestre devido à acumulação, compactação e recristalização da neve.
              
                Nevado: neve cristalizada de aspecto granular, mais compacta e com maior densidade que os cristais de neve. O nevado em massa sólido forma o gelo glaciário

                Calotes polares ou inlandsis: grandes massas de gelo que cobrem o relevo sobre o qual se depositaram.

Fig.1- Calote Polar
               
              Icebergue: grande massa de gelo que atinge o mar, ficando a flutuar. Nos dias de hoje existem duas grandes calotes polares, estas estão situadas na Gronelândia e na região da Antárctida.

Fig.2-Icebergue
               
               Glaciares de montanha: massas de gelo que não cobrem por completo a topografia da região, estando limitadas por paredes rochosas escarpadas. Dos glaciares de montanha podemos reconhecer o glaciar de vale ou alpino e o glaciar de circo ou circo.
            
                O glaciar de circo é uma depressão funda em forma de anfiteatro localizada no topo das montanhas. O lado a juzante apresenta-se cortado e é normalmente a zona de origem de um glaciar de montanha. Quando o gelo desaparece pode ocorrer nesses locais a formação de um lago (lago de circo).


 
Fig.3- Lago de circo


                                                      Fig.4- Glaciar de circo                                                                                  


         O glaciar de vale apresenta na zona de cabeceira uma depressão em forma de anfiteatro, rodeada por vertentes muito íngremes, que constituem áreas de acumulação de neve que vão alimentar as línguas glaciárias que se deslocam ao longo de um vale.     

Fig.5 Glaciar de vale

            Ablação: devido a acção da gravidade desde as zonas de acumulação, onde o nevado se acumula até as zonas onde se verifica o seu desgaste. Nesta zona, o corpo glaciar pode desaparecer como resultado da fusão, da evaporação ou da fragmentação de blocos de gelo. À medida que decorre o deslocamento do glaciar originam-se algumas tensões que provocam fendas superficiais perpendiculares à língua glaciária denominadas crevasses.
             

Rochas aborregadas: saliências rochosas do leito glaciário que ficam arredondas pela acção modeladora do glaciar.

Torrente subglaciária: corrente de água que se apresenta num glaciar de montanha.

Tilitos: rocha sedimentar resultante da compactação e cimentação de sedimentos .

Blocos erráticos: blocos de grandes dimensões que foram transportados por glaciares e que se encontram incluídos nos tilitos ou livres na superfície de terrenos de fraco declive.

Moreias: acumulações significativas de tilitos, de tal modo que numa região após o recuo do glaciar originam-se aspectos geomorfológicos.
             
             Dependendo da posição das moreias se localizam ao nível do vale glaciário, podemos considerar as moreias laterais, centrais, de fundo e frontais.
                


Reflexão:
                Para que surja um glaciar numa região, é necessário que a precipitação nival nos meses mais frios seja muito abundante, e desse modo supera a quantidade daquela que se funde no Verão. Na actualidade a formação de glaciares dá-se em zonas de baixa (polares) altitude e zonas de elevada altitude como em certas regiões montanhosas.




Fonte:

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Estudantes filmam Terra da estratosfera

Dois universitários britânicos gravaram - do alto da estratosfera - um vídeo da Terra com um equipamento feito em casa ao custo de 350 libras, o equivalente a pouco menos R$ 1 mil.
Alex Baker e Chris Rose, estudantes de PhD da Universidade de Sheffield, usaram um balão de hélio para enviar a caixa de isopor com duas pequenas câmeras e um aparelho de GPS (localizador via satélite) a uma altitude de cerca de 37 mil metros.
O experimento custou menos de R$ 1 mil (Imagem: Alex Baker e Chris Rose)
Por causa das baixas temperaturas que a caixa teria que enfrentar, ela foi isolada com fita e eles incluíram uma pequena almofada de aquecimento.
Eles calculam que o balão tenha estourado a 37 mil metros de altitude, abrindo o paraquedas que permitiu a volta do equipamento intacto à Terra.
O experimento foi lançado no condado de Derbyshire e caiu três horas depois cerca de 160 quilômetros a sudeste de lá. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC. 
Fig.1- Estratosfera

Reflexão:
Estes dois universitários britânicos tiveram um ideia brilhante, gravaram da estratosfera a Terra, com o seu próprio equipamento conseguiram manter o balão intacto a um altitude de 37 mil metros, realmente realizaram um grande trabalho, da-mos os parabéns a estes universitários.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Esboços Topográficos

       Usando o programa Inkscape (programa de desenho vectorial) realizamos 3 cartas topográficas.


Fig.1-Esboço Topográfico realizado por Guilherme Costa

Fig.2-Esboço Topográfico realizado por Miguel Coelho


Fig.3-Esboço Topográfico realizado por Luís Miguel


sábado, 22 de janeiro de 2011

A história geológica de uma região

Fig.1-Carta geológica de Portugal 
         
         Carta geológica - documento científico e técnico onde se encontram sintetizadas, sobre um fundo topográfico, informações relativas aos materiais rochosos e aos fenómenos geológicos que ocorrem na região abrangida.
         
          Escala - razão constante entre a medida que une dois pontos na carta e a sua distância real.
          
          Escalas estratigráficas - segmento de recta dividido em partes iguais, cada das quais representando uma determinada medida.

Legenda – Conjunto de sinais que descrevem a natureza no seu redor.

Coluna estratigráfica – representação gráfica das formações que se encontram na carta, dispostas na vertical.

Sinais convencionais – conjunto de sinais que identificam e posicionam acidentes estruturais de interesse geológico-mineiro e arqueológico.

Cortes geológicos – representação esquemática que permite visualizar a disposição e a relação das camadas que se encontram em profundidade.


Reflexão: As cartas geológicas são muito importantes em diferentes aspectos. Para podermos saber como era um determinado terreno numa determinada altura, para nos guiarmos em determinados terrenos e saber as características desse terreno. Há algumas características a considerar numa carta geológica para podermos obter melhor resultados ao ler a carta, como a legenda a coluna estratigráfica, alguns sinais convencionais, cortes geológicos, a escala, as curvas de nível, as cotas, os cumes e as linhas de água. Tudo isto são saberes necessários para conseguirmos guiarmos numa carta. 


Fonte:http://files.geomica.webnode.com.pt/2000003289677397714/A%20Hist%C3%B3ria%20da%20Terra%20e%20da%20Vida.pdf
http://e-geo.ineti.pt/edicoes_online/diversos/cartas/capitulo6.htm
http://www.gd4caminhos.com/orientacao/topografia/index.html

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Geo-história

           O Homem ao longo da vida têm vindo a descobrir e procurar acontecimentos geológicos que lhe permitem construir uma história, a história da Terra.
Sabemos hoje que a Terra tem cerce de 4600 M.a embora, a rocha mais antiga descoberta tem cerca de 4030 M.a, rocha esta que é datada pelo zircão nela contido.

Nota:  Os zircões são minerais que estão presentes em diversas rochas magmáticas e que, mesmo depois da rocha originada ter sido alterada, conseguem sobreviver.
Fig.1- Zircões
          O planeta foi evoluindo geologicamente o que permitiu o aparecimento de vida e o seu desenvolvimento.

           Estromatólitos: Estruturas sedimentares finamente laminada. Resulta da precipitação de carbonato de cálcio a partir da água do mar.

Fig.2-Estromatólitos

         Estas estruturas são testemunhas de vida, na Terra, mais antigos. Actualmente isto existe na baía dos tubarões (Austrália) e as Bahamas (Caraíbas).

         Explosão câmbrica: Ocorreram alterações profundas, que levaram a uma mudanças de faunas que habitavam nos mares câmbricos.



Fig.3-Explosão Câmbrica

          No nosso planeta existiu uma sucessão de movimentos de grande instabilidade biológica, separadas por grandes descontinuidades designadas por crises biológicas ou extinção em massa.

 Fig.4-Mamutes

           Os dinossauros existiram acerca de 65 M.a e são organismos fósseis que nos permitem datar a história da Terra, sendo estes aéreos, terrestres e aquáticos. É ainda durante o cenozóico que ocorre um dos acontecimentos mais extraordinários da Terra, os primeiros hominídeos, os Austrolopithecus.


Fig.5-Dinossauro




Fig.6-Austrolopithecus


          Reflexão: Devido aos grandes acontecimentos geológicos sabemos hoje datar a Terra, e tudo o que nela aconteceu. Devido a todos estes acontecimentos, á cerca de 3700 M.a surgiu a vida na Terra.
          A explosão câmbrica aconteceu no inicio do câmbrico, há cerca de 542 M.a. Os fósseis que testemunharam esta enorme explosão provêm de jazidas, como a de Burguess (Canadá) e a de chergjiang (china). Isto levou a várias mudanças do meio onde estava instalada a vida.
          Uma extinção em massa é geralmente causada por um grande acontecimento geológico. Tal como sabemos hoje em dia a maior extinção em massa foi a dos dinossauros, extinção esta causada por uma catástrofe natural.
          Devido aos dinossauros podemos hoje em dia criar um passado através dos fósseis dos mesmos.
          Ao longo do percurso evolutivo, os  Austrolopithecus, foram evoluindo de forma aparecer o Homem, acerca de 90000.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

A fauna de Ediacara

A Fauna de Ediacara----> Clique 




Reflexão : A fauna de Ediacara, esta situada numa região da Austrália e é um local de uma grande fonte do passado da Terra, neste local podemos encontrar fósseis impressos em rochas , alguns fósseis de animais outros de plantas , mas o local é uma verdadeira fonte.


Fonte:http://www2.igc.usp.br/replicas/ediacara-rec.htm

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Curiosidades Geológicas

A maior cordilheira Cordilheira dos Andes, na América do Sul, com 8 mil quilómetros.

A maior ilha 
Groenlândia, com 2.175.600 km2. 

A montanha mais alta 
Mauna Kea, no Havaí, tem 10.203 metros a partir do fundo do oceano Pacífico. Se for considerado apenas o pedaço que fica acima do nível do mar, a montanha conta com 4.205 metros.

A principal queda d'água 
Angel, na Venezuela, com 979 metros de altura.

O lago mais alto 
O mais alto lago navegável é o Titicaca, no Peru,3.811 metros acima do nível do mar.

O lago mais profundo 
Lago Baikal, Rússia, com 1.620 metros.

O maior golfo 
Golfo do México, com 1.502.200 km2.

O maior lago
Mar Cáspio, entre Rússia e Irã, 372.000 km2 e 980 metros de profundidade.

O maior rio em extensão
Amazonas
, com 7.025 quilômetros.

O maior vulcão 
Gallatiri, Chile, com 6.060 metros.

O oceano mais profundo 
Oceano Pacífico, com uma profundidade média de 4.267 metros

O ponto mais alto 
Monte Everest, no Himalaia, fronteira entre Nepal e Tibete, 8.850 metros acima do nível do mar.

O ponto mais baixo 
Mar Morto, entre Israel e Jordânia. A superfície da água está 396 metros abaixo do nível do mar.

O ponto mais chuvoso 
Monte Waialeale, no Havaí, com uma média anual de 11.680 mm.

O ponto mais frio 
Estação de Vostok, na Antártida, -89,2ºC (21/07/1983). 

O ponto mais quente 
El Azizia, Líbia, 58ºC (13/09/1922).

O ponto mais seco 
Deserto de Atacama, no Chile, sem chuvas do ano de 400 a 1971.











Reflexão: 
         Em cima apresentamos algumas curiosidades geológicas, desde a maior cordilheira ao ponto mais quente da Terra, de facto este assunto revela-nos alguma curiosidade de procura, pois encontramos verdadeiros interesses geológicos.
         A curiosidade que mais nos impressionou foi o ponto mais chuvoso da Terra ser no Havaí.
         


Fonte:http://francisco-vasconcelos.blogspot.com/2009/09/curiosidades-geologicas.html